quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Declaração Download de Programas Menu PIR 2011 Programas necessários para todas as declarações Selecione o seu sistema operacional:

Declaração Download de Programas

Programas necessários para todas as decalarações
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Passo 1

Para elaborar a declaração

Baixe aqui o programa do IRPF 2011 para o preenchimento da declaração.
Passo 2

Para transmitir a declaração

Baixe aqui o Receitanet para transmitir via internet a declaração elaborada no programa do IRPF 2011.

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Declarações Auxiliares do IRPF 2011Em situações especiais será necessária a utilização de programas auxiliares do ano-calendário 2010: Atividade Rural, Ganho de Capital, Ganho de Capital em Moeda Estrangeira e Carnê-Leão.
Termo Público de Cessão de Direito de UsoA Secretaria da Receita Federal do Brasil informa que o Programa Aplicativo para Preenchimento da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda de Pessoa Física do exercício de 2011 (IRPF 2011), ano-calendário de 2010, desenvolvido pelo Serpro para a RFB, é objeto de propriedade intelectual da União e tem seu uso licenciado para o contribuinte, para ser utilizado exclusivamente para os fins a que se destina. Seu uso indiscriminado para finalidade diversa sujeita o responsável às penas da lei.
Essas informações foram úteis para você?

domingo, 25 de dezembro de 2011

Fundeca prevê mais do que dobrar arrecadação para entidades População pode doar parte do valor devido para o IR até o dia 30 25/12/2011 - 09:00

Fundeca prevê mais do que dobrar arrecadação para entidades

População pode doar parte do valor devido para o IR até o dia 30

25/12/2011 - 09:00
O Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Fundeca) prevê mais do que dobrar a arrecadação para ajudar entidades sociais que tiveram projetos aprovados pelo Conselho Municipal de Defesa da Criança e do Adolescente (CMDCA). NO ano passado o valor arrecadado foi de R$ 600 mil e o objetivo deste ano é alcançar R$ 1,5 milhão.
A iniciativa busca incentivar a população piracicabana a destinar parte da cifra devida para o imposto de renda para a Fumdeca, que repassa para entidades assistências da cidade. Da declaração completa, a pessoa física pode doar diretamente ao fundo até 6% do valor devido, e a pessoa jurídica, 1%.
"A grande vantagem é que o doador sabe onde seu recurso está sendo aplicado e encaminhado a uma instituição certificada, que tem compromisso com a utilização do recurso num projeto previamente elaborado, aprovado e fiscalizado periodicamente", ressalta a secretária de Desenvolvimento Social, Maria Angélica Guércio.
As doações podem ser realizadas até o dia 30 deste mês, por meio de depósito no Banco do Brasil, agência 0056-6- C/C: 20052005-9. Podem também ser feitas por transferência entre contas e boleto bancário, que poderá ser impresso pelo site da Fundeca, onde também podem ser obtidas outras informações do programa.

Auxílio na declaração do IR Só em 2011, a Receita Federal recebeu mais de 24 milhões de declarações do Imposto de Renda.

Serviços
Enviado por Gisele Paiva 22/12/2011 19:54:42
André ressalta que iniciativa objetiva auxiliar contribuintes (Foto: Divulgação) ::

Auxílio na declaração do IR

Só em 2011, a Receita Federal recebeu mais de 24 milhões de declarações do Imposto de Renda. Embora esta seja uma prática anual obrigatória, muitos contribuintes ainda têm dificuldades em declarar seus investimentos e receita. A má adequação dos dados pode resultar no pagamento de um valor maior de imposto. Com intuito de garantir maior restituição ou o menor imposto a pagar, o site DeclareCerto auxilia os contribuintes sobre a melhor maneira de preencher a declaração com base nas informações fornecidas pelos clientes.

Para o diretor do DeclareCerto, André Duarte, qualquer pessoa que declare imposto de renda pode usar a ferramenta, que oferece uma simulação sobre pagamento ou restituição. “Nosso produto principal é a ferramenta que faz com que as pessoas pagarem o mínimo dentro da lei. A gente também oferece alguns simuladores para ajudar a investir em previdência privada, além de consultorias. Os serviços do site são totalmente gratuitos, somente as pessoas que precisam de mais atenção no momento da declaração do imposto de renda e, portanto, solicitam consultoria específica precisam pagar”.

O DeclareCerto está no ar há dois anos e tem registrado crescimento constante. Em abril de 2011, quando o período para declaração atinge seu auge, foram registrados 1 milhão de acessos. Para 2012, a expectativa é chegar a 5 milhões. O prazo deve ser oficialmente iniciado em 1º de março.

A vantagem em ‘experimentar’ a forma de declarar imposto de renda é justamente com relação ao valor a ser restituído ou pago. Afinal, as possibilidades de declaração são inúmeras. Para um casal sem filhos, por exemplo, há seis maneiras diferentes de declaração. “A forma de preenchimento é diferenciada do site da Receita. No DeclareCerto, são feitas perguntas pontuais e os clientes vão só respondendo. Após esse processo, há um simulador indicando as possibilidades de declaração. Todos os cálculos são apresentados”, explicou o diretor do site, André Duarte.

De acordo com a Receita Federal, 2011 foi um ano bom porque houve queda no número de declarações retidas em malha.
Apoio a instituições

A legislação do imposto de renda permite que, para alguns projetos com a devida autorização do governo, se doe dinheiro, ajudando uma iniciativa na qual o contribuinte acredita, e depois receba de volta tudo que doou, através do imposto de renda. É como se o governo desse a chance de decidir, para parte do IR, para onde se quer que o dinheiro vá.
“São cinco categorias de projetos. Naquele que o contribuinte se interessar, é só entrar em contato com o responsável e fazer o investimento, solicitando o recibo. Daí, na declaração é só apresentar a comprovação. O contribuinte terá o valor descontado em caso de pagamento de imposto ou somado em caso de recebimento”, pontuou André Duarte.

De acordo com o supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir, existe uma parcela de contribuintes que tem mais dificuldade de preencher a declaração. Isso, no entanto, depende do grau de conhecimento de cada pessoa. Vários fatores podem acabar dificultando o preenchimento, principalmente para os que têm várias aplicações financeiras e fontes de rendimentos. “É claro que o contribuinte com um tipo de atividade mais complexa ou diversificada acaba contratando uma assessoria ou outra”, destacou.

Prazo de entrega da Dirf vai até 29 de fevereiro de 2012

Terça-feira, 20 de dezembro de 2011 - 10h20
Instrução

Prazo de entrega da Dirf vai até 29 de fevereiro de 2012

G1
A Secretaria da Receita Federal informou nesta terça-feira, por meio da instrução normativa 1.215, publicada no "Diário Oficial da União", as regras para a Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf) 2012 - documento das empresas que informa o valor do imposto de renda e contribuições retidos na fonte, dos rendimentos pagos ou creditados para seus trabalhadores.

Por meio deste documento, a Receita Federal realiza cruzamentos para saber se os valores declarados no Imposto de Renda das Pessoas Físicas estão de acordo com o que as empresas informaram. Em caso de diferenças, os contribuintes podem cair na malha fina do leão. A omissão de rendimentos foi a principal causa para retenção dos contribuintes na malha fina neste ano.

Na declaração, as empresas também informam os pagamentos, créditos, entregas, empregos ou remessas a residentes ou domiciliados no exterior, ainda que não tenha havido a retenção do imposto, inclusive nos casos de isenção ou alíquota zero, além dos rendimentos isentos e não-tributáveis de beneficiários pessoas físicas e jurídicas domiciliadas no país, e, também, os pagamentos a planos de assistência à saúde – coletivo empresarial.

Segundo a Receita Federal, A Dirf-2012, relativa ao ano-calendário de 2011, deverá ser apresentada até às 23h59, horário de Brasília, de 29 de fevereiro de 2012. O Fisco informou ainda que a declaração deverá ser apresentada por meio do Receitanet, programa de transmissão, disponível no site do órgão na internet.

Lei garante desconto de 50% em taxas de cartórios para primeiro imóvel Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR A orientação dos especialistas é que o comprador já vá ao cartório com todas a documentação que comprove que aquela é a aquisição da primeira residência, como certidões cartorárias e declaração de Imposto de Renda.

Lei garante desconto de 50% em taxas de cartórios para primeiro imóvel
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR


Comprar o primeiro imóvel não é fácil. Além de ter que enfrentar o alto preço das casas e dos apartamentos, o consumidor muitas vezes só se dá conta de que precisa de um dinheiro extra para pagar impostos e inúmeras taxas na hora em que vai a um Cartório de Notas e Registro de Imóveis. O que ele não sabe — nem os cartórios informam — é que o custo da aquisição ficaria bem mais em conta se exigisse o desconto de 50% dos valores cobrados pela escritura e registro quando se trata do primeiro imóvel.
Para obter o abatimento, é necessário, ainda, que o bem seja utilizado para moradia e financiado pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH). A orientação dos especialistas é que o comprador já vá ao cartório com todas a documentação que comprove que aquela é a aquisição da primeira residência, como certidões cartorárias e declaração de Imposto de Renda.
A redução acaba sendo uma economia e tanto para o comprador. Para imóveis que custam mais de R$ 29.108,55 na declaração fiscal — grande maioria no Brasil — as taxas de escritura e registro chegam a R$ 1.214,88, teto máximo. Para aqueles que custam até R$ 1.083,24, menor valor da tabela, a cobrança é de R$ 113,77.
Por incrível que pareça o desconto está previsto na legislação desde 1973. O artigo 290 da Lei nº 6.015 é bem explícito: “Os emolumentos devidos pelos atos relacionados com a primeira aquisição imobiliária para fins residenciais, financiada pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), serão reduzidos em 50%”. A lei, entretanto, quase nunca é aplicada porque não interessa nem ao cartório nem ao vendedor alertar o adquirente. A legislação também não específica de quem é a obrigação de levar essa informação ao consumidor.
Para corrigir a falha, o deputado Edmar Arruda (PSC-PR) resolveu fazer um projeto de lei para incluir na legislação a obrigatoriedade do aviso pelo próprio cartório. “O Brasil tem tantas leis que é impossível as pessoas conhecerem todas elas. E, nesse caso, temos que fazer uma nova lei para que a antiga seja cumprida”, disse o deputado.
Edmar Arruda contou que procurou saber o motivo do não cumprimento da lei. A associação dos cartórios, segundo ele, alegou que, os tabeliães não têm condições de saber se é realmente o primeiro imóvel que o consumidor está comprando. Além disso, sustentou que a obrigação de fornecer essa informação é do próprio comprador. “É um absurdo”, disse o deputado. “O comprador não reivindica o desconto simplesmente porque não sabe que ele existe.”
Com o projeto, o deputado espera contribuir para que o consumidor seja beneficiado com o desconto. As despesas com a escritura e o registro de um imóvel são elevadas e dependem do preço do próprio imóvel e do estado onde está localizado, uma vez que as taxas cartoriais são tabeladas. E para que o Cartório não fuja de sua responsabilidade, o deputado quer que a informação seja afixada em placa indicativa, em local de fácil acesso e visibilidade.
Até os próprios corretores desconhecem a lei. É o caso de Victor Guimarães, 25 anos. “Sou do ramo há sete anos e nunca exigi esse desconto, porque não sabia dele. Isso porque já fiz registro e escritura de inúmeros clientes que compravam o primeiro imóvel pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH)”, afirma. Ele conta que, nos cartórios que frequenta, nunca foi informado do desconto. “É um absurdo, todos deveriam saber, porque é uma quantia considerável”, reclama.
Os cartórios, entretanto, negam que sonegam a informação ao comprador. “Normalmente, o requerente já chega aqui ciente de seus direitos e nós cumprimos a regra. Inclusive, tínhamos uma placa na parede que especificava a lei”, diz o oficial substituto do Cartório do 3º Ofício de Registro de Imóveis, localizado em Taguatinga. O informe, entretanto, não foi encontrado pelo Correio. “Foi retirado para que fosse corrigido”, justificou.
O tabelião titular do Cartório do 3º Ofício de Notas, Registro Civil e Protesto de Títulos de Taguatinga, Elizio da Costa, alega, no entanto, que a lei se aplica apenas a registros. “Como aqui só fazemos escrituras — os registros são feitos em cartórios especializados em imóveis — não temos esse problema. Às vezes, as pessoas interpretam mal a norma e acham que o direito pode se estender às outras taxas, mas não é assim”, afirma. “Realmente, os novos proprietários só têm direito a desconto no registro”, endossa o escrevente do Cartório do 3º Ofício de Notas e Protesto, do Setor Comercial Sul, Luiz Carlos Schonarth. A lei, no entanto, é clara e se refere a todas as taxas cartoriais.

Alta de até 10% no preço das moradias
Os preços dos imóveis residenciais no Brasil devem subir menos em 2012 na comparação com este ano, segundo pesquisa realizada pela agência Reuters. O levantamento ressalta, porém, que o setor habitacional está longe de uma queda abrupta de valor, devido à oferta de crédito e ao aumento da renda. A expectativa é de que os preços subam entre 5% e 10% no ano que vem. “Já percebemos o saldo de crédito imobiliário reportado pelo Banco Central em ligeira desaceleração, o que indica que o nível de financiamento pode crescer de forma mais lenta”, afirmou o analista Wesley Pereira Bernabé, do Banco do Brasil. A aposta é de que a classe média continue atenta às oportunidades para comprar o primeiro imóvel e deixar para trás o aluguel, ajudando a segurar o valor das moradias. “Quando as favelas estiverem urbanizadas e o setor habitacional estiver maduro, os preços deixarão de subir”, disse o economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito.
Por Vânia Cristino, do Correio Braziliense

SMS para melhorar comunicação com contribuinte O Fisco criou uma caixa postal que permite a todos ler, na página da própria Receita, mensagens pessoais Daniel Lima - Agência Brasil - 24/12/2011 - 16:16

SMS para melhorar comunicação com contribuinte

O Fisco criou uma caixa postal que permite a todos ler, na página da própria Receita, mensagens pessoais


BRASÍLIA – A Receita Federal pretende melhorar a comunicação com os contribuintes e planeja usar mais o serviço de mensagens curtas, conhecidas como torpedos, oferecido pelas empresas de telefonia celular (SMS) nessa estratégia.

Por segurança, o Fisco não encaminha mensagens por e-mail, mas criou uma caixa postal que permite a todos os contribuintes pessoas físicas, ler, na página da própria Receita, mensagens pessoais armazenadas nos computadores do órgão.

O SMS será usado apenas para avisar ao contribuinte dizendo que existe mensagem em sua caixa postal. Nenhuma outra informação será enviada ao telefone. Atualmente, a Receita usa o SMS para comunicar a liberação da restituição do Imposto de Renda Pessoa Física.

Para ter acesso ao serviço no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC), é preciso ter certificado digital ou requerer um código fornecido pelo órgão fiscal. Em alguns casos, o acesso aos comunicados é permitido apenas a quem tem o certificado digital.

"Todas as vezes que forem colocadas informações novas na caixa postal, vamos mandar uma mensagem via SMS para o telefone do contribuinte. Ele saberá que tem uma nova correspondência e entrará no ambiente, verá o teor da mensagem e se existe necessidade de prestar algum tipo de informação", diz o subsecretário de Arrecadação e Atendimento da Receita Federal, Carlos Roberto Occaso. Ele garante que o uso da caixa postal do Fisco é um canal seguro.

O objetivo da Receita, com a adoção de ferramentas digitais como o SMS, é melhorar a comunicação entre o contribuinte e o Fisco e estimular o uso da caixa postal, destaca a coordenadora-geral de Atendimento e Educação Fiscal, Maria Helena Cotta Cardozo, que integra a equipe de Occaso. "No sistema de autorregularização de malha, se o contribuinte tiver que fornecer algum documento adicional à Receita, ele será solicitado por intermédio da caixa postal. Os contribuintes precisam se acostumar a entrar nessa caixa postal para ver se há correspondência", diz Maria Helena.

As novidades indicam mudança de postura da Receita Federal, por meio da educação fiscal e com ênfase mais na prevenção do que na correção, ressalta Maria Helena, ao lembrar que o próprio modelo dos sistemas era voltado mais para rotinas desse tipo, para tratar de correções. “A ideia é 'bombardear' o contribuinte com informações, no bom sentido, a fim que ele tenha cada vez menos possibilidade de errar e ficar irregular." Quando ocorrer algum erro, ele será facilmente comunicado e será viabilizada a melhor forma de fazer a autoregularização”, explicou.

De acordo com Maria Helena, atuar preventivamente é muito melhor do que corrigir posteriormente. Para ela, aqui vale uma antiga máxima: "é melhor prevenir do que remediar". Além disso, o trabalho preventivo é mais barato para o Fisco e representa uma postura "mais simpática". "Fica cada vez mais patente que este é o caminho. O contribuinte responde muito bem a tudo isso", acrescenta.

Para reforçar suas palavras, Maria Helena citou um erro que era muito comum, levava as declarações à malha fina e agora não existe mais, pois o contribuinte descobriu como resolvê-lo: a ausência de informações sobre os rendimentos dos dependentes na declaração. "Ele [contribuinte] não sabia o motivo, e isso gerava uma série de conseqüências. Uma vez descoberto o erro, o contribuinte passou a adicionar as informações e houve a redução na malha também por esse motivo."



Tags:  SMS, contribuinte, dispositivo

A Receita Federal realizou esta semana algumas modificações visuais no layout do portal e-CAC (ferramenta auxilia os contribuintes a verificarem as suas pendências no IRPF, consultar a sua situação fiscal, fazer a reemissão do comprovante de inscrição do IRPF, entre outras funcionalidades).

A Receita Federal realizou esta semana algumas modificações visuais no layout do portal e-CAC (ferramenta auxilia os contribuintes a verificarem as suas pendências no IRPF, consultar a sua situação fiscal, fazer a reemissão do comprovante de inscrição do IRPF, entre outras funcionalidades).
As mudanças no e-CAC visam facilitar o acesso do contribuinte no portal. Agora a ferramenta ganhou um visual bem mais simples e intuitivo.
Segundo Maria Helena Cotta Cardozo, coordenadora-geral de Atendimento e Educação Fiscal da Receita, o portal necessitava de uma revitalização no visual para facilitar o acesso dos contribuintes e organizar os serviços de acordo com o interesse.
Entre as principais mudanças percebidas no e-CAC temos a reunião dos serviços em 7 grupos (Pagamento e Parcelamento, Cobrança e Fiscalização, Cadastros, Restituição e Compensação, Dívida Ativa da União, Declarações e Situação Fiscal). O novo design da página facilita para que os internautas descubram serviços que antes nem sabiam que existiam.
Confira mais informações no site www.receita.fazenda.gov.br.