Doutor Bufunfa tira dúvidas dos leitores sobre aplicações e Imposto de Renda
Extra
Desta vez, o Doutor Bufunfa fala sobre aplicação em investimentos e isenção de Imposto de Renda (IR) no caso da compra e venda e imóveis. Os leitores que têm dúvidas sobre vários assuntos nestas áreas podem encaminhá-las ao especialista, pelo e-mail: bufunfa@extra.inf.br. As respostas são publicadas no jornal Extra.
Costumo aplicar na caderneta de poupança, mas acho que o rendimento é muito baixo.
V. M.
A melhor opção dependerá do prazo de aplicação do dinheiro, do valor disponível e do seu perfil de risco (o quanto se propõe a arriscar). Como exemplos de investimentos mais conservadores, temos os fundos DI ou de renda fixa (atenção à taxa de administração cobrada, pois uma taxa de 3% ou mais já faria o fundo render menos do que a poupança), os CDBs (pesquise a rentabilidade de cada banco) e os títulos do Tesouro Direto (confira o gasto com a corretagem e a taxa de custódia).
Comprei um imóvel em 2009, terminei de pagá-lo em 2010, mas ainda não fiz a escritura definitiva. Em setembro de 2010, vendi outro imóvel. Para isenção de Imposto de Renda (IR), preciso comprar outro bem no prazo de seis meses. Posso fazer a escritura definitiva daquele que comprei em 2009?
R. M.
Como a compra do imóvel ocorreu em 2009, ou seja, antes da venda de seu outro imóvel em 2010, você ainda não está isento do Imposto de Renda. Será preciso, realmente, efetuar uma outra compra em seis meses, lembrando que este prazo passa a contar a partir da data de celebração do contrato. Assim, você poderá fazer a escritura definitiva do seu imóvel de 2009, já que isto não terá nenhum efeito sobre o Imposto de Renda da sua operação de venda em 2010.
Costumo aplicar na caderneta de poupança, mas acho que o rendimento é muito baixo.
V. M.
A melhor opção dependerá do prazo de aplicação do dinheiro, do valor disponível e do seu perfil de risco (o quanto se propõe a arriscar). Como exemplos de investimentos mais conservadores, temos os fundos DI ou de renda fixa (atenção à taxa de administração cobrada, pois uma taxa de 3% ou mais já faria o fundo render menos do que a poupança), os CDBs (pesquise a rentabilidade de cada banco) e os títulos do Tesouro Direto (confira o gasto com a corretagem e a taxa de custódia).
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